JBittencourt's Blog

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Vídeo sobre Orientação a Objetos

by on Aug.26, 2006, under Uncategorized

Achei essa palestra de um dos desenvolvedores do Smaltalk sobre OO. É um pouco longa, mas bem interessante.

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An Look Inside Google

by on Aug.18, 2006, under Português, Reflexões, Tecnologia

Acho que muita gente deveria dar uma olhada nesse vídeo, principalmente aquele que dirigem as empresas de tecnologia. O trabalho com  tecnologia hoje tem muito mais a ver com criatividade e espírito empreendedor do que com contabilidade. Infelizmente nossas empresas não estão preparadas para isso. Acho que o Google sacou isso, e o ambiente de trabalho deles me lembra em muito o de uma universidade. Valhe a pena conferir.

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Self

by on Aug.03, 2006, under Uncategorized

Nos últimos dois anos desejo aprender a utilizar Squeak. Para quem não sabe, Squeak é uma implementação de SmallTalk destinada para o uso com crianças. Entretanto ela não é uma linguagem de “brincadeira”, apesar de ser uma ótima linguagem para brincar. Squeak é tão poderosa que permite o desenvolvimento de complexos ambientes 3D como o Open Croquet. Mas, apesar de ser uma linguagem fantástica, o que mais me fascina no Squeak  é como ela traz elementos inovadores de várias linguagens de programação que até hoje não chegaram nas linguagens mais  populares.

Um desses elementos é a interface de programação Morph, que foi  implementada da linguagem de programação Self.  Acredito que muito pouco gente ouviu falar sobre essa linguagem. Eu mesmo, fiz um curso inteiro de Ciências da Computação e nunca tinha ouvido falar. Entretanto ela é genial,  além de ser base para a implementação de várias linguagem conhecidas como JavaScript e ActionScript.  Conhecer Self me ajudou a compreender, por exemplo,  o modelo de orientação a objetos do JavaScript que  sempre me pareceu estranho e  sem sentido. Na realidade ele fez muito sentido.

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Hello World!

by on Jul.29, 2006, under Uncategorized

Todo o programador, ou quem pelo menos tentou aprender a programar, conhece o clássico exemplo do Hello, World!. Provavelmente é o primeiro programa que se faz quando se deseja aprender uma nova linguagem. Bem, encontrei Hello, World Page! que dá exemplos de Hello World em muitas linguages. Vale a pena conferir.

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Ambientes e Plataformas Virtuais de Aprendizagem

by on Jun.01, 2006, under Português, Reflexões

Ontem estava dando uma organizada no meu HD e re-encontrei meu projeto de dissertação. Fiquei dando uma lida nele (lamentando a ingênuidade de minhas idéias) até que encontrei esse trecho, o qual não inseri na dissertação. Achei bem interessante, e decidi publicar aqui com algumas modificações. Penso que é importante pensarmos sobre a diferenciação que fiz abaixo, pois era algo que sempre ouvia do pessoal do LEC, principalmente da Rosane. Talvez pudessemos adotá-la nos nossos textos sobre o AMADIS a partir de agora.

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Curso de Ciências Aeronáuticas e do Espaço em Brasília

by on May.28, 2006, under Formações, Português

Para aqueles que não sabem, durante a semana que passou fui tutor do curso de Ciências Aeronáuticas e do Espaço em Brasília, ministrado pela Profa. Léa e o Prof. Marcus Basso, juntamente com o Prof. Cláudio Ferreti. O curso, destinado a professores da rede municipal do DF, foi promovido pela AEB Escola, como um dos módulos de um programa maior que está sendo desenvolvido.

No curso, trabalhamos Projetos de Aprendizagem com cerca de 45 professores. O diferencial desta vez, foi que pela segunda vez utilizamos o ambiente AMADIS para suportar o trabalho desenvolvido em sala de aula. Foi uma oportunidade ímpar por vários motivos. Em primeiro lugar sempre é um prazer observar a Léa trabalhando. Elá é decididamente um exemplo fantástico de pessoa e de mestre, e em situações como a deste curso vejo como é um privilégio trabalhar com ela.

Depois, é muito legal ver o processo de desenvolvimento dos projetos de aprendizagem. É interessante ver como a resistência inicial de muitos professores vai progressivamente transformando-se em entusiasmo. Durante o curso foram produzidos vários trabalhos muito legais que podem ser observados no AMADIS. E por último, essa foi a primeira vez que tive opotunidade de ver um teste de campo do AMADIS nos últimos anos. Mesmo tendo vindo para Porto Alegre com uma lista enorme de bugs e correções, foi muito entusiasmante a gratificante ver o ambiente sendo utilizado. Ele foi muito bem recebido por vários professores que irão colocar seus próprios alunos a utilizar o ambiente.

Acredito que se mantermos o esforço, o AMADIS tem tudo para se tornar uma grande ferramenta para o apoio ao trabalho por projeto em vários ambientes de ensino (formais ou informais) pelo Brasil.

Fotos do curso

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Google Web Toolkit

by on May.18, 2006, under Português, Tecnologia

Já faz algum tempo que trabalho com desenvolvimento para Web, entre outras coisas. Durante esse tempo, sempre tive dificuldades em gerenciar o número de tecnologias nescessárias para criar sistemas complexos como o AMADIS. HTML, CSS, JavaScript, DOM, XML, Java, PHP, só para citar os mais comuns. Cada um deles possuí uma série de padrões, referências, estilos de desenvolvimento, ferramentas de programação e documentação. É muito difícil dominar todas essas diferentes tecnologias e mais difícil ainda dividir as especialidades entre diversos desenvolvedores sem compartimentalizar o trabalho em excesso, assim pulverizando o trabalho.

Quando decidimos criar o CMDevel, o objetivo sempre foi registrar todo esse KNOW-HOW que estávamos adquirindo enquanto equipe em uma série de classes que facilitassem o processo de desenvolvimento e a curva de aprendizagem dos novos bolsistas. Assim em um mesmo framework tentamos colocar os problemas mais comuns que encontravámos: persistência, interface e classes básicas para desenvolvimento de aplicativos. O objetivo sempre foi criar uma solução in-house, para facilitar a nossa vida.

Com o tempo, aprendi que os desenvolvedores novatos tendem a resistir a utilizar um framework qualquer, na medida que nunca passaram pelas dificuldades de desenvolver, manter e documentar um software grande. A curva de aprendizagem do framework, parece aos seus olhos, extremamente lenta e desnecessária. O que eles querer é colocar a mão no código logo.

Quando o AJAX apareceu pra valer, a cerca de 1 ano, o desenvolvimento tornou-se ainda mais complexo. Tornando-se quase um pesadelo. Entretanto, as recompensas eram grandes, pois essa tecnologia abriu uma série de novas possibilidades para as interfaces na Web, adicionando muito mais interatividade as documentos HTML estáticos.

Foi pensando em diminuir a complexidade relativa ao desenvolvimento utilizando o AJAX que a Google desenvolveu o Google Web Toolkit. Esse toolkit na realidade são uma série de Widgets e um pré-compilador. Todo o desenvolvimento acontece utilizando a linguagem Java, que depois o pré-compilador separa em páginas HTML estáticas, javascript e código server-side. Assim o toolkit diminui muito o esforço de desenvolvimento para Web, e tem grandes chances de se tornar um padrão nos próximos meses.

Tive ainda pouco tempo para explorar esse nova tecnologia, mas pretendo brincar com ela um pouco nesse sábado. Assim que fizer isso, vou publicar minhas primeiras impressões.

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O que é Intuição?

by on Feb.15, 2006, under Educação, Português, Reflexões

Hoje tivemos nossa segunda reunião do Grupo de estudos do projeto REDIN. Mais do que na semana passada, nesta manhã acredito que a discussão foi muito interessante. O Mario Fontanive apresentou sua dissertação de mestrado entitulada “A mão e o número: Sobre a possibilidade do exercício da intuição nas interfaces tridimensionais”.

O texto que o Mario leu, levantou uma série de questões interessantes. Particularmente, o tópico que mais me interessou tem a ver com a “Intuição”. Já fazem alguns anos que procuro uma resposta para a pergunta “O que é intuição?”. Essa pergunta surgiu quando comecei a dedicar-me ao estudos das interfaces de computador na disciplina de Interação Humano Computador – IHC. Essa área das Ciências da Computação, é extremamente complexa na medida em que inbrica conhecimentos de várias domínios do conhecimento humano. Uma definição formal de IHC pode ser encontrada em HEWETT et al, 2002:

Human-computer interaction is a discipline concerned with the
design, evaluation and implementation of interactive computing
systems for human use and with the study of major phenomena
surrounding them.

Essa definição, apesar de útil é muito ampla. Na prática, é comum ouvirmos que o objetivo de IHC é aumentar a usabilidade dos softwares ou “tornar as interfaces mais intuitivas”. Entretanto, sempre me questionei sobre o que realmente sigfnica esse processo de “intuitivisação” das interfaces. O que diferencia uma interface intuitiva de uma outra não-intuitiva. Nas minha leituras, principalmente do trabalho de Donald Normam, a idéia de intuição parece estar ligada sempre a de uma “apreenção imediata”, a qual não pressupõe uma fase a apropriação da interface por parte do usuário. Para Normam, o computador deveria ser invisível, ou seja, o sujeito não deveria se preocupar em como utilizá-lo, mas sim concentrar-se na tarefa que deseja realizar com ele.

Tal idéia sempre me pareceu estranha, pois parece ser uma compreensão sem a necessidade de aprendizagem. Como se todo e qualquer conhecimento pudesse ser representado no formato de uma ilustração a qual fosse apreendida pela percepção do sujeito imediatamente. Segundo vários autores, como McLuhan e Levy, primeiro forjamos nossas ferramentas e depois elas nos moldam. Em outras palavras, não podemos esperar que o computador seja um objeto invisível para a execução de uma tarefa, pois a própria tarefa que está sendo realizada não faria sentido sem o computador.
Esta passagem de Lino de Macedo fala um pouco sobre isso em um contexto totalmente distinto:

Ora, há uma idéia de que os objetos sociais ou artificiais têm
plasticidade, benevolência ou complacência quase infinitas.
Acreditamos que é possível oferecer um objeto cultural
subordinável ou redutível àquilo que pensamos que a criança é.
[…] A produção de cartilhas chegou a um tal reducionismo, ou
simplificação que, para ensinar famílias silábicas, por exemplo,
autores criaram frases que seriam totalmente absurdas em nossa
realidade. […] Por um lado é exigido da criança que escreva
ortograficamente bem, independente de seu nível. Por outro, é
exigido que os textos didáticos sejam sempre acessíveis à (ou
complacentes com à) criança. (MACEDO, 1994, pág. 66.)

Da mesma forma como aconteceu com as cartilhas, existe uma idéia, ligada a uma epistemologia empirista, de que uma interface possuí umas plasticidade infinita. De que qualquer interface pode ser reformulada de tal forma que se torne mais intuitiva e fácil de utilizar, como se a complexidade de todo e qualquer conhecimento pudesse ser resolvida por meio de uma “apresentação adequada”.

Não quero com essa problematização, dimunuir a importância de criarmos interfaces melhores, mas sim questionar o que é usabilidade e quais são seus limites. Até que ponto podemos tornar uma interface mais compreensível? Onde o objeto interface resiste aos nossos esforços em torná-la transparente e nos obriga a entender a entende-lá não como um produto, mas sim como um processo translucido e não invisível?

Talvez aqui esteja um ponto importante: qual o papel da tupla ação x compreensão dentro da nossa compreensão de usabilidade? Acredito que o conceito de intuição não seja suficiente para representar o problema de melhorar as formas de interação entre o homem e a máquina, mas com certeza faz parte da resposta. Isso nos tráz novamente a questão inicial: o que é intuição?

O trabalho do Mário me mostrou que Bergson tem algumas contribuições interessantes sobre esse assunto. Acredito que nas próximas semanas estaremos construindo no Wiki do REDIN uma discussão interessante sobre o assunto.

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LEC: o poder de um contexto

by on Oct.26, 2004, under Educação, Português, Reflexões

Recentemente estava na rede fazendo umas pesquisas sobre a linguagem de programação Squeak e procurando artigos sobre esse tema quando acabei achando esse maravilhoso texto de Alan Kay entitulado “The Power of The Context“.

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Objetos Educacionais

by on Oct.19, 2004, under Português, Reflexões

Depois de uma intensa conversa com o Prof. Ítalo Durta e a Profa. Mônica ontem, comecei a pensar melhor sobre a questão dos Objetos de Aprendizagem – OA. Eu já havia observado que existem algumas linhas de pensamento diferentes sobre o conceito “de o que é um objeto de aprendizagem”, entretanto, nunca havia parado para pensar sobre quais as relações entre os OA e a tecnologia. Sempre parti do pressuposto que um OA era um “pequeno software“, que podia ter uma perspectiva mais instrucionista ou mais voltada a construção do conhecimento. Ontem compreendi os OAs como algo mais amplo do que um sistema e passei a vê-los como uma prática pedagógica, a qual deve estar representada na forma de uma mídia compartilhada, possibilitando a adaptação e a reutilização em
novas práticas.

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